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Farinha Vale Ouro no prato do amazonense aponta Dieese

Com as cheias dos rios, os ribeirinhos deixaram de plantar macaxeira, encarecendo ainda mais o produto típico da mesa do amazonense.O que o amazonense já sabia foi constatado na pesquisa divulgada nesta segunda-feira (8) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Em março, nove dos doze produtos pesquisados pelo Dieese registraram alta em Manaus. A maior elevação ficou por conta da farinha de mandioca, a qual teve aumento de 18,98% no preço.
Nenhuma novidade para o consumidor amazonense como a autônoma Alcinéia Mesquita, 31, que afirma que um dos mais populares produtos na mesa do amazonense está valendo ouro: “Já cheguei a comprar o quilo da farinha a 4 e 5 reais, mas agora a gente vai feira e vê o produto sendo vendido por 10 e até 12 reais. Absurdo”, afirma ela.
Na feiras de Manaus, os donos de bancas de venda de farinha comemoram e alegam que o aumento do preço é reflexo da cheia do ano passado que destruiu parte do plantio de mandioca nos municípios produtores do interior do Estado.
A Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) apresenta a mesma justificativa e diz ainda que se a cheia deste ano for igual ou superior a do ano passado, o preço do produto pode disparar ainda mais.
O levantamento do Dieese apontou ainda que a banana (14,62%) e o feijão (10,9%) foram os outros produtos com maior variação positiva na capital amazonense.
A pesquisa revelou ainda que Manaus registrou elevação de 4,55% no preço da cesta básica com preço médio estimado em R$ 328,49. Com esse custo, a capital amazonense possui a terceira mais cara do Brasil, perdendo apenas para São Paulo (R$ 336,26) e Vitória (R$ 332,24).

H. Buster diz que paga até o dia 11 de Abril

O pagamento sai até o dia 11 de abril, segundo diretor dos Metalúrgicos
O advogado do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, Luiz Fernando foi ao município de Cutia, São Paulo, para solucionar, em definitivo, o problema de pagamento dos salários e da cesta básica dos funcionários da H. Buster da Amazônia, referente ao mês de março de 2013.
O Sindicato vinha buscando resposta para o atraso do pagamento junto à direção da H. Buster, mas a diretoria local não informava os motivos que tinham levado a empresa a não efetuar o pagamento dos trabalhadores.
Em São Paulo, o advogado do Sindicato ficou sabendo que o motivo seria uma dívida, que a H. Buster tem com fornecedores, assim como, dívidas trabalhistas pendentes, que esta forçando o Banco reter o dinheiro depositado pela Matriz.
Chegando de viagem hoje, 09, Luiz Fernando disse que teve garantias da Matriz, de que o pagamento sairá até a próxima quinta feira, 11, para todos os 300 trabalhadores em atividades e os 900 que estão em casa de licença remunerada.

Custo da cesta básica de março sai na segunda, 08 de abril

A expectativa é de nova alta para os produtos de primeira necessidade.
O escritório regional do Dieese no Amazonas vai divulgar os resultados da pesquisa mensal da variação e custo da cesta básica em Manaus, bem como de outras 17 capitais, referente ao mês de março de 2013. O anúncio será dado nesse dia 08 de abril, de 9h às 12h, no Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho, na rua Visconde de Porto Alegre, 1.012, Praça 14.

Conforme a diretoria do Dieese, a pesquisa da cesta básica nacional acompanha mensalmente a evolução dos preços dos produtos, que compõe a cesta básica, assim como, o gasto mensal que um trabalhador teria para comprar uma delas.

Com base no custo da cesta básica, o Dieese calcula as horas de trabalho necessário ao cidadão que ganha um salário para adquirir o gênero.

Central quer Manoel Dias como 'porta-voz' da pauta trabalhista

Vagner Freitas afirmou que a central pretende continuar apresentando sugestões e dando apoio à pasta, mas observou: “É preciso que a composição da equipe do MTE seja absolutamente democrática e não dominada por uma única central, como já ocorreu.”

A direção da CUT pediu nesta quarta-feira (27) ao ministro do Trabalho, Manoel Dias, que seja o “porta-voz” dos trabalhadores para encaminhar a pauta entregue no início do mês à presidenta Dilma Rousseff, com itens como redução da jornada e fim do Fator Previdenciário. O presidente da entidade, Vagner Freitas, também cobrou que o ministério tenha composição “democrática e plural”.

Dias, por sua vez, repetiu apelo feito na véspera no sentido de que as centrais o ajudem a “resgatar o protagonismo” do MTE.
O encontro ocorreu em Belo Horizonte, onde durante três mais de 60 dirigentes da CUT no Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo fizeram uma reunião regional de planejamento. Os próximos serão realizados em abril (Nordeste) e maio (Centro-Oeste).

Empossado há 11 dias, o novo ministro encontrou-se segunda-feira com a UGT, ontem com a Força Sindical e hoje com a CUT e a Nova Central. Na semana que vem, estão previstas reuniões com a CTB e entidades empresariais. No encontro desta quarta, ele reafirmou a necessidade de recuperar o peso do ministério nas decisões políticas e econômicas do governo.

Freitas afirmou que a central pretende continuar apresentando sugestões e dando apoio à pasta, mas observou: “É preciso que a composição da equipe do MTE seja absolutamente democrática e não dominada por uma única central, como já ocorreu.”

A referência é à Força Sindical, que na avaliação dos cutistas já comandou excessivamente o ministério durante a gestão de Carlos Lupi. O presidente da central, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, é deputado pelo PDT, legenda presidida por Lupi. O novo ministro também é do PDT. Neste momento, as centrais aguardam uma decisão de Dias sobre a permanência, ou não, de Manoel Messias Nascimento Melo na Secretaria de Relações do Trabalho. Dirigente da CUT, Messias foi levado ao governo pelo antigo ministro, Brizola Neto. Ontem, Paulinho defendeu a indicação de um nome “técnico” para o cargo.

Se o ministro garantir a democracia no órgão, terá o apoio da CUT, disse Freitas. Ele propôs que Dias seja o “capitão da negociação” da pauta trabalhista. “Queremos anunciar no 1º de Maio os itens que negociarmos e conquistarmos”, afirmou.

(Fonte: Assessoria de imprensa da CUT)

 


CUT realiza o 6º Encontro Nacional de Comunicação

Assim como aconteceu no 5º Enconto, somente poderão participar as entidades que estiverem em dia com suas contribuições estatutárias junto à CUT Nacional.

Nos dias 8, 9 e 10 de abril de 2013, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), por meio de sua Secretaria Nacional de Comunicação, realizará o VI Encontro Nacional de Comunicação (ENACOM).
O evento reunirá Secretários de Comunicação e profissionais da área das Estaduais da CUT e das Confederações e Federações CUTistas que representam os ramos de atividade econômica.
O objetivo do ENACOM é fortalecer e ampliar a rede de comunicação CUTista e, consequentemente, a nova mídia que se consolida através dos meios criados e difundidos pelos movimentos sociais e por profissionais e intelectuais progressistas.
A luta por um novo marco regulatório das comunicações, a liberdade de internet, o papel da comunicação pública também são temas a serem debatidos no encontro.
Participam do encontro Secretários/as de Comunicação das Estaduais e dos Ramos, com direito a 01(um) assessor/a de Comunicação (ou que cumpra esta tarefa) de cada uma dessas entidades, além das Escolas Sindicais, sendo um dirigente e um formador/a.
A CUT cobre hospedagem e alimentação, ficando as passagens aéreas por conta de cada Entidade. A entrada no hotel está liberada a partir das 12h do dia 07/04.
A entidade deverá preencher a ficha de inscrição com os dados dos participantes indicados e enviar para marcosilva@cut.org.br – Setor de eventos até 03 de abril.
Somente poderão participar do Encontro as entidades que estiverem em dia com suas contribuições estatutárias junto à CUT Nacional.
Solicitamos aos participantes que marquem seus retornos para depois das 20h, para melhor aproveitamento dos debates.
PROGRAMAÇÃO
Dia 8/04 – segunda-feira
9h30 – Abertura e Mesa 1: Democratização da comunicação e liberdade de expressão
Convidados:
Paulo Moreira Leite – Jornalistadesde os 17 anos, foi diretor de redação de ÉPOCA e do Diário de S. Paulo. Foi redator chefe da revista Veja, correspondente em Paris e em Washington. É autor de “A Outra História do Mensalão – As contradições de um julgamento político”
Venício Lima – Jornalista e sociólogo, pesquisador visitante no Departamento de Ciência Política da UFMG (2012-2013), professor de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor de Política de Comunicações: um Balanço dos Governos Lula (2003-2010), entre outros.
João Brant – Radialista, membro da coordenação do Conselho do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação.
Rosane Bertotti– Agricultora familiar, socióloga, secretária nacional de Comunicação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).
Luiz Carlos Azenha – Jornalista, blogueiro (“Viomundo”),é diretor geral e conduz o projeto editorial do programa “Nova África”, na TV Brasil. Foi correspondente internacional da Rede Manchete, colaborador da Folha de São Paulo, CNN e Rádio Jovem Pan em São Paulo.
Rodrigo Vianna – Jornalistahá 20 anos, historiador, blogueiro (“O Escrevinhador”) trabalhou na Folha de São Paulo, TV Cultura, TV Globo. Atualmente está na TV Record de São Paulo e Record News.
Sergio Amadeu – Sociólogo e Doutor em Ciência Política, militante do Software Livre, é professor da pós -graduação da Faculdade de Comunicação Cásper Líbero. Autor de várias publicações, entre elas – Exclusão Digital: a miséria na era da informação.
Maria da Conceição Oliveira(Maria Frô) – Blogueira, historiadora, educadora, ativista da educação para igualdade étnico-racial, autora do projeto pedagógico da coleção História em Projetos, entre outros.
João Roberto Ripper – fotógrafo com 35 anos de experiência,é especialista em fotografia documental, social e fotojornalismo. Éfundador da agência-escola Imagens do Povo, criada em 2004, na Maré, uma das maiores favelas do Rio de Janeiro.

Dia 9/04 – terça-feira
Convidados:
Laurindo Lalo Leal Filho– Sociólogo e jornalista, é professor de Jornalismo da ECA-USP. É autor, entre outros, de “A TV sob controle – A resposta da sociedade ao poder da televisão”
Ana Luiza Fleck – Presidenta do Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)
ABRAÇO Nacional – Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária
TVT
Rede Brasil Atual
Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé
Brasil de Fato
Financiamento:Quintino Severo – secretário nacional de Administração e Finanças da CUT
Formação em Comunicação: José Celestino Lourenço – secretário nacional de Formação da CUT
Apresentação do Plano Nacional de Comunicação: Rosane Bertotti – secretária nacional de Comunicação da CUT
Noite Cultural – Sarau

Matagal no Calçadão da Suframa vira esconderijo de bandidos


De posse de mais de cinco mil assinaturas em menos de um mês de coleta, trabalhadores ligados às empresas eletroeletrônicas em frente ao “Calçadão da Suframa”, na BR – 319, esperam sensibilizar as autoridades da Prefeitura e da Superintendência da Zona Franca de Manaus, para a urgência de se fazer uma ação contra bandidos, dar um fim no matagal e instalar paradas de ônibus no local.
A diretora de base do sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, Cátia Cheve, que também é membro da diretoria da Confederação Nacional dos Metalúrgicos e o diretor Félix Gato, denunciam que o matagal tem “acoitado” bandidos e provocado medo aos trabalhadores do turno da noite da empresa CCE Componel. Segundo eles, já aconteceram inúmeros assaltos, estupros e até esfaqueamento com vítima fatal, sem que as autoridades tenham tomado providência para evitar que bandidos usem o local como esconderijo e ponto de distribuição de drogas.
“O medo toma conta dos trabalhadores”, aponta Cátia. De acordo com ela, esse é o motivo de tantas assinaturas no abaixo assinado. Esse documento será levado à Câmara de Vereadores de Manaus, ao gabinete da vereadora Rosi Matos, que deve encaminhar ao prefeito Arthur Neto e às autoridades da área policial.
Do mesmo modo, o diretor de base Félix Gato, diz que os trabalhadores não podem ficar passivos convivendo com o medo quando saem do trabalho depois do expediente. “Onde era para existir parada de ônibus, tem um verdadeiro matagal escondendo bandidos”, aponta ele.

PEC das Domésticas deve ser regulamentada em 90 dias

Senadoras e deputadas federais aplaudem a medida
Brasília – O ministro do Trabalho, Manoel Dias, disse hoje (28) que a regulamentação de dispositivos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) das Domésticas ocorrerá em até 90 dias. A PEC, que estende aos empregados domésticos todos os direitos dos demais trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), deve ser promulgada em lei na próxima terça-feira (2).
Algumas regras entram em vigor imediatamente, como o pagamento de hora extra e jornada de trabalho com 44 horas semanais. Outros pontos da PEC, no entanto, não têm vigência automática e precisam de regulamentação, que irá definir como deverão ser aplicados. Entre eles, demissão por justa causa e o pagamento do seguro-desemprego.
“A comissão que constituímos [para analisar os pontos que precisam ser regulamentados] assumiu o compromisso de, em 90 dias, oferecer a proposta e regulamentação”, disse o ministro.
O ministro não informou oficialmente, mas disse que dentro do governo está em estudo desonerações para diminuir o impacto dos encargos para os patrões. “Há notícias, não tenho conhecimento oficial, que setores do governo estão discutindo essa possibilidade”, adiantou.
Para Dias, não deve haver demissões no setor em virtude da nova lei. “Não acreditamos em dispensa, porque grande parte já recebe salários compatíveis à nova lei. As pessoas vão procurar se adequar e a nova lei não implicará em aumento excessivo de custos”. Na avaliação do ministro, a relação de proximidade entre patrões e empregados deve facilitar também a negociação. “Está havendo muita desinformação. Quem paga de maneira correta pouco alterará. Vamos imprimir livretos para orientar as trabalhadoras e patrões”, informou o ministro.
Atualmente, há mais de 7 milhões de empregados domésticos no país. Apenas um em cada sete tem carteira assinada no país, cerca de 1 milhão, de acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego. (Agência Brasil)

Empresas do PIM demitem e contratam na mesma proporção

Valdemir Santana já propôs ao governo do Estado, um projeto de criação da Universidade do Trabalhador
O mercado de trabalho no Polo Industrial de Manaus – PIM vem registrando uma nova tendência na contratação de mão de obra local: demitem os antigos empregados e contratam novos trabalhadores, mais especializados por salários até 20% menor que dos trabalhadores com até 20 anos de atividades na indústria.
A constatação foi feita pela diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, que nos três primeiros meses de 2013, registrou no seu setor de homologações, demissões nas empresas Britânia, Philco, LG da Amazônia, TPV do Brasil, assim como, na Moto Honda da Amazônia. Em todas elas, o número de demissões é equivalente ao número de contratações.
Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Valdemir Santana, a falta de qualificação é um dos principais fatores da rotatividade registrada na mão de obra do PIM. Menos qualificados, os trabalhadores terminam por ceder os seus lugares para técnicos especializados, que atendem a implantação das novas tecnologias industriais, mais avançadas e mais precisas em termos de qualidade do produto acabado.
A direção do Sindicato, segundo Valdemir, ha tempos vem alertando os trabalhadores sobre a necessidade deles se especializarem, de concluírem o ensino médio e de ingressarem nas universidades. Implantou, inclusive, cursos técnicos no Instituto de Educação Profissional – IEP, mas a demanda foi aquém do esperado. O Cetam (Centro de Educação Tecnológica do Amazonas) tem cursos gratuitos em áreas específicas para a indústria, a Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas), também disponibiliza vagas para essa área.
“O Sindicato tem incentivado e apoiado os trabalhadores a buscarem essas vagas, mas tem que contar com o interesse individual no sentido de garantir os seus próprios empregos”, acentua Valdemir Santana, que já propôs ao governo do Estado, um projeto de criação da Universidade do Trabalhador ou, percentual de vagas nas universidades para quem, comprovadamente, trabalha na indústria.

Plano de Saúde é um direito após a rescisão contratual

O trabalhador demitido sem justa causa ou desligado por aposentadoria, tem direito a continuar com o seu Plano de Saúde. Mas, o trabalhador deve informar o seu desejo de permanecer com esse benefício e fazer adesão ao Plano de Saúde contratado pela empresa.
Por sua vez, o e Empregador tem o dever de informar a respeito dessa possibilidade, no momento que o funcionário estiver se desligando da empresa. Entretanto, se o trabalhador não exigir os seus direitos, o empresário, com certeza, não vai se preocupar com isso. Daí a necessidade do trabalhador estar atento para essas questões.

AVISO importante aos trabalhadores Metalúrgicos do Amazonas

SENHORES,

O setor jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas informa aos seus associados, sobre a importância do trabalhador GUARDAR os documentos pessoais, CTPS e Rescisão de Contrato:
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Valdemir Santana diz que o número de trabalhadores com dificuldade, que procuram o setor jurídico do Sindicato para resolver a sua aposentadoria, é crescente. A grande maioria, já não possui a Carteira de Trabalho e nem a Rescisão de Contrato, o que dificulta ainda mais o processo de contagem do tempo de contribuição.
Com os documentos perdidos ou extraviados, o trabalhador em idade de se aposentar, mas sem nenhum documento que comprove o Tempo de Serviço na empresa, muitas vezes tem o seu processo demorado e, em alguns casos, contribuições perdidas por falta de comprovação.
“Precisamos orientar os trabalhadores sobre a importância de guardarem suas CTPS e Termo de Rescisão de Contrato, para fins de aposentadoria, pois, quando estiverem em idade de se aposentar, esses documentos, são de muito valor e imprescindíveis para provar o vinculo empregatício com a empresa e o período em que trabalhou”, explicou Santana.