A Secretaria da Mulher, do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas integrará a delegação do Amazonas que vai participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, no Rio de Janeiro, nos dias 13 a 22 de junho, levando a tira colo o resultado do Encontro de Proposta, que aconteceu no Hotel Tropical, nos dias 30 de maio a 1º junho.
A contribuição das mulheres sindicais ao documento, entre outras, aborda as propostas de desenvolvimento das sustentabilidades urbanas e a erradicação da pobreza na região. A Secretaria da Mulher do Sindicato dos Metalúrgicos tem uma representante na Rio+20, Marluce Castelo Branco, que junto com as mulheres dos movimentos de mulheres ligados aos povos tradicionais da floresta, dos estados de (RO, RR, AM, PA, AC, AP, TO, MA), contribuíram com a elaboração das propostas, que já estão a caminho da Rio+20.
Nesse encontro estava presente o governador do estado, Omar Aziz, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira e das Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Segundo o governador, as propostas da Carta dos Governadores da Amazônia estão alinhadas às propostas da Carta da Amazônia Brasileira, elaborada pelos representantes da sociedade, durante os três dias do Encontro de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Brasileira, no Hotel Tropical Manaus. Esse grupo foi formado por representantes de vários segmentos: ONGs, Agricultores e Produtores Rurais, Comunidades Tradicionais e Grupos Étnicos, Grupo de Mulheres, da Indústria, dos Governos, entre outros.
As propostas foram inscritas em dois documentos (a Carta dos Governadores da Amazônia e a Carta da Amazônia Brasileira para a Rio+20), assinados pelos movimentos sociais durante o encerramento do “Encontro de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Brasileira para a Rio +20”, na tarde da sexta-feira (01), no Tropical Hotel Manaus. Essa carta trás uma série de recomendações, como a criação do Conselho de Desenvolvimento Sustentável para a Amazônia e o PAC Florestal – Programa de Aceleração do Crescimento da Economia da Floresta Amazônica.
Além disso, sugere a garantia de infraestrutura e logística, regularização fundiária e gestão territorial, saúde e educação, incentivos econômicos e fiscais, como a criação do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia e Fundo de Desenvolvimento sustentável, além de por em prática a estratégia de pagamento por serviços ambientais.