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Jornada de trabalho de até 12 horas diárias, terceirização sem limites, fim do FGTS, salários e contratos de trabalho flexíveis, mudanças radicais na aposentadoria. Estes são alguns exemplos do que o os patrões, o governo golpista de Michel Temer e seus representantes no Congresso Nacional querem aprovar ainda este ano.

A classe trabalhadora não pode assistir calada a todo esse ataque. Por isso, a CUT está convocando para 22 de setembro o Dia Nacional de Mobilização e Paralisação, com todas as categorias. “E nós, metalúrgicos e metalúrgicas, não ficaremos de fora. Vamos participar e lutar para defender todos os direitos conquistados e por muito mais”, afirma o presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), Paulo Cayres.

O dirigente sindical explica que a data foi acertada com representantes de todos os ramos cutistas e que o próximo dia 22 marca uma nova etapa da jornada de mobilização contra os ataques à classe trabalhadora. “Temos que barrar essa agenda patronal e mostrar para os golpistas que não vamos dar trégua nem admitir retrocesso em nossos direitos. Por isso, convoco todos os sindicatos e federações de metalúrgicos a mobilizarem suas bases a partir dessa data, destaca Paulo Cayres.

O presidente da Confederação lembra que, além de participar da ação convocada pela CUT, a categoria metalúrgica tem também uma agenda própria, uma semana depois: “Como os metalúrgicos são incansáveis na defesa dos seus direitos, também faremos, em 29 de setembro, o Dia Nacional de Paralisação da categoria”.

“Nossa luta não vai parar”, garante Paulo Cayres.

Fonte: CNM/CUT Brasil