A taxa de rotatividade no mercado de trabalho do Amazonas aumentou no período de 12 meses. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgado em novembro, o nível de mudança dos trabalhadores passou de 3,71% em outubro de 2013 para 3,79% no mesmo mês de 2014. Há cinco anos, a taxa de rotatividade do Estado era de 3,94%.

O índice de rotatividade é medida pelo percentual dos trabalhadores substituídos mensalmente em relação ao estoque no primeiro dia do mês.

O comércio e a construção civil são os setores que mais substituem empregados e puxam o resultado para cima. Enquanto o comércio lidera com 4,41%, a construção civil aparece com 4,10%, agropecuária vem em seguida com 4,06% e a indústria com 3,67%. A administração pública é o setor com menor rotatividade no Amazonas, 0,14%.

No ano passado, a construção civil liderava com uma rotatividade de 5,58%, e o comércio com 4,02%. O setor de serviços que esse ano aparece como o quinto maior em rotatividade, ano passado era o terceiro com 3,78%, a indústria vinha em seguida com 3,32% e a agropecuária, 3,25%.

Enquanto o comércio apresentou um saldo positivo no saldo de empregos no período de doze meses, 2,5 mil novas vagas, a construção civil encerrou 4,4 mil postos de trabalho no mesmo período. Já a indústria amarga resultado negativo de 5,9 mil postos de trabalho em doze meses. A agropecuária e serviços apresentaram resultados positivo com a criação de 95 e 1,2 mil novas vagas em doze meses. Já a extrativa mineral encerrou 24 postos de trabalho.

Ocupações

Entre as ocupações com menores saldos de empregos no Amazonas, servente de obras lidera com o encerramento de 1,1 mil vagas de trabalho em outubro, seguido por operador de linha de montagem de aparelhos eletrônicos (-1,1 mil postos) e montador de equipamentos eletrônicos (- 1,0 mil). Almoxarife e pedreiro aparecem em quarto e quinto lugar com menos 775 e 758 vagas, respectivamente.

Fonte: D24am.com