Documentários sobre as indústrias, pode despertar novos investimentos

//Documentários sobre as indústrias, pode despertar novos investimentos

Documentários sobre as indústrias, pode despertar novos investimentos

“Eles querem ouvir os trabalhadores, também”, anuncia Dulce.

“Eles querem ouvir os trabalhadores, também”, anuncia Dulce.

“Eles querem ouvir os trabalhadores, também”, anuncia Dulce.

“Eles querem ouvir os trabalhadores, também”, anuncia Dulce.

A rede de TV americana, CNN está prestes a fazer um documentário sobre as indústrias do Brasil e o seu crescimento na Região Norte (Amazonas), em comparativo com as indústrias do Sul/Sudeste do País. A informação foi dada pela diretora Executiva do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, Dulce Sena, que articulou os contatos entre a emissora e as instituições reguladoras dos índices de produção das indústrias no Estado, entre elas, a Suframa, DIEESE, Fieam.

A CNN é um canal de notícias a cabo e aberta, fundada em 1980, nos Estados Unidos e, hoje sua programação chega a mais de 200 países e territórios, por meio de uma rede de 38 satélites. É com essa parafernália tecnológica, que os produtores da Rede de notícias CNN pretendem transmitir o documentário, inédito, sobre o crescimento das indústrias brasileiras e a logística, incompreensível, de se fazer um dos maiores polos industriais do Brasil, em plena selva Amazônica.

O documentário ainda não tem data para ir ao ar e nem para o início da produção, afirmou Dulce Sena. Entretanto, garante que a “grade do programa” já está montada, inclusive com entrevistas preparadas com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Valdemir Santana. “Eles querem ouvir os trabalhadores, também”, anuncia Dulce.

A diretora executiva dos Metalúrgicos acredita que o documentário, feito por profissionais de alto nível, para a América Latina, vai despertar o interesse de novos investidores na Região Norte, mais especificamente, no Polo Industrial de Manaus – PIM. Para ela, os desafio de instalar linhas de produção numa região onde a logística pesa ao contrário, é compensador porque além de trazer a marca “Produzido no Amazonas”, vem cobertos de incentivos federais e estaduais, que compensam esse tipo de empreendimento na Região.

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