A empresa Philco da Amazônia foi denunciada por seus trabalhadores de que há quase 2 (dois) anos não tem acordo de calendário (dias trabalhados e folgas), nem de PLR (Programa de Participação nos Lucros e Resultados), os ônibus andam lotados, não estão respeitando as normas de distanciamento.

Com mais de 700 (setecentas) pessoas de mão-de-obra temporária entre a Philco e a Britânia, a fábrica de Manaus está sem comando, a direção lá de Curitiba “massacrando” a classe trabalhadora.

Os trabalhadores fizeram várias reclamações da Philco da Amazônia que não tem acordo de nada com o Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, e não respeitam os direitos dos trabalhadores através da Convenção Coletiva de Trabalho.