Trabalhadores unidos para manter conquistas históricas e seus direitos!

Reconhecida internacionalmente como uma data importante para apresentar as pautas e reivindicações da classe trabalhadora, este 1o de Maio torna-se ainda mais importante, principalmente no Brasil que atravessa, não só a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e crises política, econômica e institucional, mas também fortes ataques aos direitos sociais e trabalhistas.

Solidariedade, saúde, emprego e renda são as bandeiras principais deste Dia Internacional do Trabalhador, mas a pauta e as reinvindicações vão além destes temas, que já são considerados essenciais para a classe trabalhadora.

A defesa da democracia, do Estado forte, do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), do direito à segurança, à vida e condições dignas de trabalho e o ‘Fora, Bolsonaro’ estão na pauta de nossas prioridades que priorizam a luta e a vida da classe trabalhadora neste momento histórico que o mundo passa.

O Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, através de seu presidente Valdemir Santana, clama numa só voz “exigir o restabelecimento dos direitos da classe trabalhadora que vive um estado de escravidão total, imposto por este governo golpista”.

Defendemos os direitos dos trabalhadores e somos contra este governo, que assola a vida dos brasileiros neste momento.

Desde o governo do golpista de Michel Temer (MDB-SP), o ataque aos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras tem sido prioridade. Com o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) isso tem se intensificado.

E mesmo na pandemia do novo coronavírus, a classe trabalhadora não tem tido trégua. Além da desvalorização do papel do movimento sindical, uma vez que todas as medidas foram resolvidas sem qualquer diálogo com os representantes dos trabalhadores.

“A luta do Sindicato dos Metalúrgicos é pelos trabalhadores e trabalhadoras do Amazonas, para que seus direitos sejam respeitados e cumpridos. Resistir e avançar, retroceder jamais, queremos os trabalhadores unidos, para juntos mantermos conquistas históricas e seus direitos” afirma Valdemir Santana, presidente do Sindmetal-AM.