Sinônimo de saúde e preservação ambiental, as bicicletas são hoje objeto de desejo de todas as faixas etárias, principalmente, os das grandes metrópoles ao redor do mundo, que além do lazer, as utilizam como meio de transporte, esporte e símbolo de bem estar.

As bicicletas produzidas em quatro fábricas no Polo Industrial de Manaus (PIM) é a ponte para o processo de preservação ambiental através da economia de poluentes nas grandes cidades. “Bicicletas fazem bem para a Amazônia”, diz um vídeo produzido pela Abraciclo, que é a representante brasileira das fabricantes de motocicletas e bicicletas instaladas em Manaus.

Bicicleta Made In Amazônia

Hoje, polo de duas rodas é responsável pela “manutenção da floresta em pé”, com o lucro oriundo da venda e exportação do produto, que também investe em educação, pesquisa e em projetos sociais. O setor também é responsável pela geração de 2.500 a 3.000 empregos diretos e indiretos, além de favorecer trabalhadores do comércio, do transporte,  da segurança, da alimentação, da exportação, do Brasil. Ou seja, é uma grande geradora de emprego e renda e, de distribuição do produto para várias regiões do País.

CUT no projeto

“A bicicleta ‘made in Amazônia’ não polui e incentiva a economia local”, enfatizou o presidente da Central Única dos Trabalhadores no Amazonas (CUT) e do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, Valdemir Santana.

Conforme disse Santana, a bicicleta é um bem que possibilita não apenas a preservação do meio ambiente como um todo, mas também a preservação de emprego e renda a boa parte dos trabalhadores da Zona Franca de Manaus. “A bicicleta brasileira é tecnológica, além de gerar milhares de empregos”, ressaltou Santana.

As bicicletas produzidas no PIM não deixam nada a desejar para os feitos na Europa e nos Estados Unidos. São belas, resistentes e duráveis. Andar de bicicleta faz bem para o bolso, para a economia de combustíveis e para evitar a emissão de poluentes na atmosfera, é uma das melhores e mais saudáveis ferramentas para o esporte, lazer e o transporte urbano.

 

Fonte: Correio da Amazônia