Operários 2

De janeiro até julho deste ano, o Sistema Estadual de Emprego do Amazonas (Sine) encaminhou 7.769 pessoas para vagas disponíveis no mercado de trabalho em Manaus.  Por dia, a procura por emprego com carteira assinada leva cerca de 400 pessoas a central mantida pela Secretaria de Estado de Trabalho (Setrab) na Avenida Joaquim Nabuco, centro da capital. Mas a baixa escolaridade, a pouca qualificação profissional e problemas com documentos pessoais estão prejudicando quem está em busca de emprego, afirma o gerente de atendimento do Sine, Silvano Silva.

Na concorrência pelas vagas para indústria, comércio, serviços e construção civil, a maior parte dos candidatos que chega ao Sine Amazonas esbarra na qualificação profissional. Entre as questões mais recorrentes está a baixa escolaridade e a falta de formação específica para o cargo oferecido pelas empresas. “A seleção para as vagas é rigorosa e segue as exigências de formação específicas para o cargo impostas pelas empresas. Isso dificulta atender plenamente as solicitações dos empregadores”, destacou Silva.

Oportunidades – Enquanto o emprego não vem, o trabalhador deve investir em cursos e organizar a documentação pessoal. Isso porque o extravio e o vencimento de documentos também tem atrapalhado quem batalha uma vaga. “Buscar qualificação e organizar os documentos. Muitos acabam ficando de fora dos encaminhamentos por falta de documentação. Não conseguem a segunda via de certificado ou não tem a habilitação regularizada. Em um período de dificuldade e concorrência forte, cada detalhe é crucial”, orienta o gerente do Sine Amazonas.

Na central do emprego do Sine Amazonas, é possível fazer o cadastro do currículo e se candidatar para entrevistas de emprego. Para cada vaga captada pelo Sine, três candidatos são encaminhados para a entrevista de emprego. Outra alternativa importante para o trabalhador é o site Mais Emprego (maisemprego.mte.gov.br). Na página, é possível se cadastrar, conhecer as vagas disponíveis e fazer uma pré-reserva para encaminhamento de entrevista.

Fonte: Rede Tiradentes