Em mais uma jogada ensaiada do governo federal os trabalhadores, a classe média e pequenos e médios empresários vão mais uma vez para o altar de sacrifícios. Até os dias de hoje nenhuma proposta do atual governo sinaliza para o crescimento econômico.

A proposta de reforma tributária do ministro da economia, Paulo Guedes, deixa de fora a taxação de grandes fortunas. No cenário pós-pandemia, em muitos países o assunto emerge como saída para a crise provocada pelo acúmulo de riquezas por um segmento minoritário da sociedade e pela freada na economia provocada pelo novo coronavírus.

O maior preso da proposta de Paulo Guedes, na avaliação de alguns sindicalistas, recairá no setor de serviços que, na atualidade, emprega grande parte da mão de obra.

Se a proposta for aprovada como quer o ministro em vez de melhorar haverá ainda mais precariedade para os trabalhadores. Desde 2016 os trabalhadores brasileiros têm acumulado perdas consideráveis com a promessa de que essas fórmulas gerariam mais empregos.

Porém, já foram aprovadas as reformas trabalhistas, da previdência, a terceirização e o desemprego aumenta cada vez mais sobrando para quem continua empregado condições de trabalho mais precárias e perda no poder aquisitivo.

J.Rosha